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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

ANTERO RIÇA, A REVOLTA MORA AO LADO

A Rua Antero Riça foi durantes anos abandonada, entretanto o trecho que fica em frente ao Supermercado Tchê era um dos mais prejudicados, com a recente pavimentação de várias ruas da cidade numa promessa feita pelo governador Eduardo Braga, de que todas as ruas da cidade que ainda não dispunham de asfaltamento iriam recebê-lo, o trecho citado foi recuperado e hoje não é necessário mais desviar das muitas poças de lama que ali se formavam, principalmente em épocas de chuva.
Uma parte da rua, porém não foi contemplada com as melhorias e o barro além das poças d’água ainda fazem parte do cenário. Isso revoltou os moradores que nesse dia 19 de janeiro, montaram barricadas e queimaram pneus, numa clara demonstração de descontentamento. Na verdade a reclamação é justa, pois se o lado onde está o Supermercado foi contemplado com as melhorias, não é justo que um pequeno trecho da mesma rua não receba da mesma forma as benesses públicas.
É de bom frisar que a população está aprendendo que a Prefeitura e seus funcionários estão lá para servi-los, e não o contrário. Se as pessoas começarem a reivindicar seus direitos tudo tende a melhorar, e até mesmo o Prefeito poderá perceber onde estão os problemas e como resolvê-los, caso contrário sairá da história pela porta de traz do teatro, como alguém que não desempenhou bem o seu papel.  



Haroldo Ribeiro
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 vídeo Haroldo Ribeiro

CONSELHO TUTELAR, SEM LENÇO E SEM DOCUMENTO



Com o aumento dos casos de pedofilia, prostituição infantil e maus tratos aos adolescentes e crianças, fica claro a importância do Conselho Tutelar para qualquer cidade.
Há uma reclamação da população em relação ao trabalho do Conselho na cidade. Para muitos o trabalho não está sendo feito, alguns alegam que não vêm o conselho trabalhando e não sabem de nenhuma grande ação que tenha sido feita pela instituição.
Quando procuramos os membros do Conselho Tutelar, ouvimos que eles não têm apoio da Prefeitura. Entre outras reclamações estão: não há telefone na sede; não tem internet; os veículos não passam por revisões constantes e por isso quebram constantemente.
Os salários pagos pela Prefeitura é o menor de todo o Estado, em Manaus os membros do Conselho chegam a ganhar até R$ 2.000 por mês, enquanto em Humaitá o salário pago não chega a R$ 600, pois os descontos consomem boa parte dos recursos, além de tudo os Conselheiros se revoltam pelo fato de que um aumento de apenas R$ 100 deu muita discussão na Câmara de Vereadores, alguns não queriam dar o aumento pra os Conselheiros, depois de muita luta é que conseguiram os míseros R$ 100 a mais.
Perguntados sobre algum parlamentar que os tenham ajudado, imediatamente foi lembrado o nome de Herivâneo Seixas que chegou a contribuir com R$ 2.500 de seu próprio bolso para a aquisição de veículo novo, como não foi concretizado o negócio, os valores foram devolvidos.
Ficamos sabendo também que as ajudas de custo que são pedidas para fazer as diligências chegam a demorar até dois meses para serem liberadas. Com todo o descaso público em relação à criança e aos adolescentes na cidade, os efeitos danosos são frequentemente sentidos em forma de consumo de bebidas alcoólicas pelos adolescentes, uso de drogas, espancamentos e outras mazelas sociais, numa interminável lista.
Um dos conselheiros nos contou que um dia para fazer uma diligência próxima à cidade, foi necessário que o avô desesperado com a situação da filha que espancava o próprio filho, fizesse a doação do combustível. Quando saíram com a moto sucateada do Conselho, houve uma quebra no caminho e eles tiveram que voltar sem realizar a ação.
Uma reclamação constante dos conselheiros municipais é que os que são eleitos não passam por treinamento e são obrigados a desempenhar as suas funções sem nenhum tipo de preparo anterior, além de todo este descaso com os adolescentes e crianças do município, ainda há  falta  de apoio psicológico aos atingidos pelos vários traumas que advêm de situações altamente constrangedoras a que são submetidos os adolescentes e crianças do município.
Se o poder público municipal não der o devido valor aos pequenos indefesos, que não tem título eleitoral para negociar poderemos conseguir tudo, menos a preparação para futuro algum.




Haroldo Ribeiro
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

AS AVENTURAS DO PREFEITO PACHECÃO

- Ganhar eleição não é lá tarefa fácil, a gente tem que convencer o eleitor, gastar toda a dialética e retórica possível, e isso tudo na honestidade. Todos sabem que eu nunca usei métodos que não são honestos, por isso cheguei aonde cheguei. Após estas palavras Pachecão, o ganhador da eleição no Reino de Brasiléia, saiu de cena e foi falar com os seus amigos vereadores, para fazer a cidade crescer.


- Senhores, boa tarde, todos nós ganhamos a eleição. Nesse momento Pachecão olha para um lado e outro e diz. – Rapaz, o negócio ta pegando, tem gente indo pra cadeia e outros perdendo o mandato.

- Virge Nossa Senhora! Disse Dózinho, que venceu a eleição por um voto de diferença.

Pachecão continuou após estar ciente de que ninguém estava gravando nada.

- Olha não podemos fazer sacanagem, temos que agir com honestidade, vou dar pra cada um quarenta vagas de empregos, você mandem os mais chegados, mas faz o favor Argemiro, na outra vez você me mandou um rapaz que não sabia nem ligar um computador! O infeliz ficou a manhã toda pra apertar o botão! Assim você estraga o esquema. Entendeu!?

-Sim eminência, quer dizer excelência.

Pachecão era homem sincero, o que prometia cumpria. Todas as vezes que havia algum assunto importante a tratar, todos os vereadores iam e já sabiam que o negócio iria ficar bom. E assim as coisas aconteciam no Reino de Brasiléia. A cidade estava crescendo e muito, todos os vereadores investiam dinheiro na própria cidade, só eles eram ricos, mas não havia corrupção, não!

Um dia entrando na Prefeitura, Pachecão foi parado por um rapaz que lhe disparou uma pergunta a queima roupa.

- Lembra de mim tio?

- Meu rapaz, to lembrado não, mas... Diga o que ta precisando.

- Oh, meu tio, to desempregado, arruma alguma coisa pra eu fazer, tio!

Pachecão pensou...pensou, e chamou o chefe do departamento pessoal e disse:

- Adamastor, esse meu sobrinho, ta desempregado.

- Vála-me Deus, não pode não excelência!

- Pois bem, você sabe que se um homem não ajuda os de casa, não pode fazer nada pelos outros. Arruma alguma coisa boa pro garoto viu!!!

Divino agradeceu e foi tratar da papelada, começaria naquele dia mesmo.

Terminando o expediente, Pachecão foi para casa e ficou matutando, pra ver se lembrava quem era aquele garoto. Assistiu o jornal, comeu um bom jantar, deu um beijo na primeira dama e foi dormir.

Por volta de duas horas da manhã, acordou atordoado e lembrou!

- Meu santo Pai eterno! Esse rapaz é neto do capanga que quase matou meu pai! Ah cabra safado, amanhã tu vai procurar emprego no inferno, peste ruim!

No outro dia pela manhã Pachecão, que sempre chegava no horário no trabalho, foi para a Prefeitura com gosto de fel na boca, e por incrível que pareça, o primeiro que encontrou foi o tal de Divino, porém acompanhado de dois Montes Everestes ao lado.

Pachecão chamou o rapaz de lado e estava pronto para falar poucas e boas quando interrompido ouviu.

- Espera aí tio antes de falar qualquer coisa conheça meus dois primos. Ricardinho, Mazinho vem cá, dá um abraço no tio aqui, ele me deu um emprego público.

Vendo a altura dos dois primos de Mazinho Pachecão gelou.

- E tem mais tio eles já trabalham pro senhor, mas eu sei, é tanta gente que não dá nem pra lembrar.

Pachecão pensou. Vereadores desgraçados, colocam esses jagunços no serviço público...

Nesse momento Pachecão é interrompido pela pergunta de Mazinho:

- Hei tio, o que o senhor queria mesmo?

Mais que depressa, Pachecão disse o que veio na cabeça.

- Onde tu ta trabalhando sobrinho querido.

- Sou auxiliar do medidor central da água da caixa do reservatório.

- Serviço importante, mas tenho algo melhor pra você, vai trabalhar como assessor do Vado, o Vice Prefeito. Certo!

Ricardinho primo mais velho de Mazinho que tinha um metro e noventa e quatro de altura, malhava todo o dia e levantava cento e trinta e dois quilos, como se tivesse bebendo uma Coca Cola, chorou de alegria e apertou Pachecão com tanta força que estralou umas duas costelas:

- Isso que é um homem do povo!

Haroldo Ribeiro
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A FALTA DE RESPEITO VEM DE ÔNIBUS

A grande maioria das cidades do Amazonas depende do transporte fluvial para sobreviver, assim, pessoas vão cargas vem e a vida vai seguindo.
Humaitá é uma localidade privilegiada, pois conta com ligação com o resto do país por estrada o ano inteiro. Com a ação direta do Ministro dos Transportes Alfredo Nascimento, a BR 319 no seu sentido Humaitá-Porto Velho é uma realidade incontestável, permitindo fazer uma viagem de 200 km em pouco mais de duas horas, andando na velocidade permitida.
Como diz a música na voz de Benito de Paula “nem tudo pode ser perfeito, nem tudo pode ser bacana”, pois a empresa de ônibus EUCATUR, tem desrespeitado continuamente seus usuários e não providencia veículos novos com ar-condicionado e banheiro, para os que se utilizam de seus serviços.
Reclamações não faltam de gente que se sente desconfortável nos ônibus da companhia, outros reclamam da falta de manutenção que causa várias quebras, obrigando quem precisa ir a Porto Velho é obrigado a ficar esperando ninguém, pois o resgate demora tanto que é melhor voltar para Humaitá.


Os motoristas sabem do problema e dizem aos usuários para reclamarem à administração, afinal eles precisam de seus empregos. O certo é que a revolta cada dia mais corpo e parece que ações do Vereador Herivâneo Seixas e do Professor Valmir Flores da UFAM, não estão sendo respeitadas, fazendo uma clara confrontação de uma empresa cujo o dono é senador, contra todos os cidadãos de bem de uma pacata cidade ao Sul do grande Estado do Amazonas.





Haroldo Ribeiro
foto e vídeo: Haroldo Ribeiro

CUIDADO! ELA ESTÁ POR AÍ DISFARÇADA E SEM CAMISA



No momento em que as discussões em torno da dengue estão acirradas, pouco se lembras da grande tragédia envolvendo a AIDS, uma das doenças mais danosa que o homem já presenciou.
O fato de todos os dias na grande mídia aparecerem pessoas bonitas que se cuidam muito bem, e que, mesmo com o vírus do HIV ainda aparentam estar bem, e até melhor do que muitos que não têm a doença. Esta exposição leva as pessoas a crerem que a doença nada é.
Quando conversamos com a Sarah dos Santos Riça (Coordenadora do Programa DST e AIDS de Humaitá) sobre o assunto, constatamos que a realidade é totalmente diferente do que se pensa. Quem tem AiDS e precisa do coquetel de medicamentos sofre de uma forma indescritível, pois eles debilitam o corpo, dando náuseas e outros sintomas desagradáveis. O valor dos medicamentos é elevado e volta e meia há falta no mercado de algum componente causando pânicos nos doentes que não possuem recursos para comprá-los.
Sarah nos contou que entre 2005 e 2009 foram constatados 20 casos da doença na cidade, muitos nesse exato momento podem ter o vírus e estar contaminando alguém por aí. Há no município atualmente 12 casos acompanhados mais de perto. Depois de diagnosticados os infectados são classificados como HIV positivos, podendo ou não ir para o outro estado, onde a doença é mais visível se não tratada.
Quando há um diagnóstico comprobatório da doença, a própria enfermeira chefe ou uma psicóloga autorizada e treinada dá a notícia ao infectado, solicitando que ele ou ela diga para o seu parceiro ou parceiros, que está com o Virus evitando assim um alastramento da doença.
Após a constatação de que se está contaminado, que hoje através dos testes rápidos podem ser detectados no exame feito 14 dias depois da contaminação com resultados imediatos, o soro positivo é encaminhado a Porto Velho onde é também cadastrado e começa a manter caso precise um tratamento medicamentoso.
As mulheres estão cada vez mais sendo contaminadas, verifica-se um aumento também entre os adolescentes. Os maridos infiéis têm contaminados suas esposas, que por confiarem acabam sendo vítimas vulneráveis. Depois de comprovar que marido e mulher são soro positivos, o uso do preservativo não deve ser negligenciado, pois pode haver uma mutação do vírus nos dois tornando ainda mais difícil a cura.
Segundo Sarah a designação de grupo de risco foi trocada por comportamento de risco, pois com as atitudes das pessoas atualmente, o risco de se contaminar tem aumentado.
A situação de quem pega essa doença é constrangedora, por isso não é revelado que a tem a cidade. A Prefeitura fornece mensalmente uma cesta básica para os portadores da doença, além de providenciar o transporte a Porto Velho bem como as despesa que os mesmos tenham na capital de Rondônia.
A Coordenadora do Programa DST AIDS em Humaitá afirmou que no carnaval será montada barracas de orientação e testagem, alem de distribuição de preservativos para todos.
AIDS mata! Previnam-se quem leva a vida sempre pulando, pode terminar mais cedo sua jornada deitado para sempre.

Haroldo Ribeiro
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UMA MÃO AMIGA


Estar sozinho numa grande capital, cheia de perigos e ainda por cima debilitado pela doença de um ente querido. È um quadro sombrio, que, no entanto é uma dura realidade vivida todos os anos por milhares de cidadãos humaitaenses que têm Porto Velho como sua legítima capital dada à grande distancia que separa esta cidade de sua verdadeira capital Manaus.
Para você compreender melhor Humaitá fica ao Sul do Estado do Amazonas que tem área maior que a maioria dos países do mundo, já a sua capital, Manaus fica a 600 km de distância. Se a Rodovia BR 319 estivesse pronta, para se chegar a capital do estado num carro de passeio alguém demoraria apenas de seis a oito horas. Como não há estrada que chegue até lá a opção mais viável é o barco que carrega cargas pesadíssimas e leva também passageiros com a finalidade de conseguir pelo menos o dinheiro do óleo diesel pra cumprir toda a viagem. Cabe ressaltar que este deslocamento pelo grande Rio Madeira leva cerca de três dias de viagem por água. Num caso de urgência, se o cidadão comum tivesse que ir à capital pra se tratar já deveria levar o caixão junto a si, ou então jogar-se o defunto para virar comida de candiru nas águas do Madeira.
Como todo mundo quer ir pra o céu, mas ninguém quer morrer, o que acontece em casos de risco eminente de morte é a remoção de Humaitá pra Porto Velho que fica a 200 km, com uma estrada boa e trafegável.
Quando o cidadão comum chega a Porto Velho e precisa de atendimento de urgência ou vai passar por procedimentos de alta complexidade, como ressonância ou tomografia computadorizada, ele precisa de um acolhimento para ajudá-lo em sua jornada, é aí que entra a figura de Antenor Guterrez, uma verdadeira mão amiga no caos da capital Porto Velho.
Segundo o Próprio Guterrez, a maior dificuldade enfrentada pelos cidadãos da cidade quando chegam a Porto velho é falta de uma casa de apoio às pessoas. Se chegarem ao Hospital acompanhado alguém que tenha mais de 15 anos ou menos de 60, não poderão ficar junto ao ente querido para acompanhar o processo de cura, passarão pela deprimente experiência de dormir no fundo do Hospital ou fora dele.
Embora sem dispor de grandes recursos Antenor, quando avisado pela direção do Hospital Regional de Humaitá, fica de sobreaviso e já faz todo o tipo de preparação para que o paciente tenha o melhor atendimento possível em solo rondoniense. Por fazer este tipo de serviço já há 5 anos este homem aprendeu a tecer amizades e influencias que faz com que a maioria dos caminhos já estejam abertos, permitindo que os humaitaenses sofram menos em Porto Velho.
Para Antenor o que importa são as vidas que possam ser salvas por sua intervenção, embora receba por isso, permite que cada pessoa que chega naquela capital pétrea e fria, sinta um pouco de carinho e amparo de uma mão amiga sempre estendida na hora da angústia.

Haroldo Ribeiro
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PERIGO! SEM CALÇADAS







Na luta desigual entre os veículos e os pedestres quem sempre sai perdendo é aquele que anda a pé, assim o velho ditado de que todo o rio corre pro mar se sustenta, fazendo valer a lei do mais forte.
As ruas das grandes ou pequenas cidades precisam permitir ao cidadão comum, poder ir para onde quiser sem que isto signifique correr risco de morrer pela simples decisão de visitar algum parente que mora na cidade por exemplo.
Humaitá é um lugar que não possui calçadas, quem não tem veículo algum, corre o risco de ser levado repentinamente por algum carro ou moto desgovernada, e assim encontrar a morte precoce ou mesmo algum tipo de lesão grave que venha a atrapalhar sua vida ou modificá-la para sempre.
Constatamos na Rua das Flores, uma das mais populares da cidade que todos que por ali passem têm que utilizar as laterais da mesma por não ter em seu trajeto calçadas para o trânsito de pedestres.
A mesma constatação encontramos na Av. Brasil e Av. São Francisco, no bairro São Francisco, Transamazônica e Rua Rio Madeira no bairro de São Pedro, e assim em toda a cidade sem exceção.

DEFICIENTES DESRESPEITADOS

Já numa das áreas mais nobres da cidade, o Centro, o descaso se repete, pois a calçada que cerca a praça da saúde está esburacada e em tempos chuvosos obrigam os seus freqüentadores a fazerem um verdadeiro malabarismo para desviar das muitas poças d’água que se formam por lá.
O que chega a ser mais constrangedor é que os deficientes físicos não são contemplados por ação nenhuma poder público do município. Olhando o início da calçada que dá acesso à Praça da Saúde vemos uma barreira de aproximadamente 40 centímetros formando um degrau intransponível para quem usa cadeira de rodas.
Se para o pedestre comum já é difícil andar em todas as partes dessa cidade, dá muito bem para imaginar o que passa aquele que precisa de uma cadeira de rodas para se locomover. Por essa simples razão não vemos com freqüência pessoas rodando de cadeira de rodas pelas ruas dessa cidade pacata do interior.
Vários município do Brasil já fazem leis que tratam de benefícios para estes brasileiros importantes , está na hora de Humaitá acordar para esta realidade a realidade, pois quem anda de cadeira de rodas também merece respeito.


Haroldo Ribeiro
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

OBINA DISPUTADO CENTAVO A CENTAVO

Obina esta bem requisitado. Dois clubes brasileiros e dois europeus estão interessados no futebol do artilheiro, mas o Flamengo não quer liberar   o jogador sem ganhar nada com sua transferência e se isso não  acontecer, eles não abriram mão do atacante.
Os times interessados do Brasil são: Santos e Atlético-MG, os europeus Galatasaray, da Turquia, e Salzburg Red Bull, da Áustria também estão no páreo,  mas Obina não pretende sair do Brasil, provavelmente irá se transferido para um clube brasileiro.A situação do jogador será resolvida nessa semana.


Lucas Chocolate
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NOVA ESPERANÇA, SAÚDE NOVA



Resolvemos fazer uma visita ao Posto de Atendimento do Bairro de Nova Esperança. Quando  foi inaugurado, muitos sites da cidade estavam lá para acompanhar, como tudo no início são flores, decidimos esperar um pouco mais que os outros para enfim dar uma opinião isenta sobre os serviços prestados naquele Posto. www.amazontime.com
O que vimos nos deixou animados, por se tratar de gente negligenciada por anos a fio e que agora sentem que não são um número de CPF, RG ou Título Eleitoral, agora aquela gente tem onde resolver seus problemas básicos de saúde, e com qualidade e limpeza.
A atual administradora do Posto é a Enfermeira Sebastiana Linhares que nos atendeu muito bem e prestou todas as informações necessárias.
Sobre o trabalho desenvolvido, a gentil enfermeira disse que a prioridade do atendimento visa principalmente a prevenção. entre os casos de maior fluxo de atendimento estão os pré-natais, preventivos com poucos casos de dengue detectados.
No Posto os usuários podem encontrar: Clínica Geral; Odontologia além de Farmácia Popular comdistribuição de remédios gratuitamente. Sebastiana fez questão de ressaltar que o Posto está preparado para atender aos bairros de São Sebastião, Nova Humaitá, Nova Esperança e São Pedro.
Inaugurado em 15 de dezembro e com pouco mais de um mês de serviços prestados, o Posto de Saúde de Nova Esperança tem a provação do povo, por isso tem a nossa aprovação também, como uma boa iniciativa que vem dado certo. Faremos novas visitas para detectar algum tipo de melhoria que possa ser feita, por enquanto, o povo sorri e a saúde agradece.

Haroldo Ribeiro
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

SÃO SEBASTIÃO SAINDO DA LAMA

              Quem conhece ou morou no bairro de São Sebastião, sabe que a bem pouco atrás era muito difícil andar por lá sem encher o pé de lama. Isto fica bem claro quando contemplamos a satisfação de seus moradores que agora caminham a maior parte do tempo em asfalto, sem ter o desprazer de escorregar no barro e ter que voltar pra casa para tentar fazer tudo de novo com toda a paciência do mundo.
                Às vezes como alguém que conheceu o problema de perto, damos a nossa opinião sobre algum assunto, é o que vou fazer agora. Todos devem notar que este site não tende nem para um lado nem para outro. Parece que tudo nessa cidade de meu Deus, ou é do lado de Roberto Rui ou do lado de Dedei Lobo. Esqueceram-se que nem Roberto Rui, nem Dedei Lobo são deuses inerrantes. Todos cometem suas falhas, portanto até o fim do governo atual, haverá alguém que achará defeitos, pois todos somos imperfeitos.

O que pude ver nessa tarde foram os trabalhadores que estão fazendo um bom serviço nos bairros da cidade. Conversando com um deles, o Sr Nilson Rodrigues Filho, operador de máquinas, recebi a informação de que o asfalto criticado por muitos na cidade é apenas uma borra aplicada para posteriormente receber uma camada mais grossa e definitiva. Ele me afirmou que no Bairro de Nova Esperança já havia um lugar com o serviço complementado. Comprovei a afirmação ao chegar no bairro e vi realmente que tudo estava conforme ele havia me dito.
Na foto que você pode ver ao lado é possível notar uma equipe de trabalhadores fazendo um entroncamento de bueiros que darão vazão às muitas águas que tanto desgosto traziam para aqueles sofridos moradores.
                Portanto senhores, numa briga velada entre dois nomes respeitados na política da cidade, o que resta para quem é sério como eu é buscar a verdade mesmo que possa doer a alguém. Se fizer o que é certo, iremos até lá para mostrar, se ao contrário também.


Haroldo Ribeiro
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