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segunda-feira, 2 de novembro de 2026

A PILOTO DESESPERADA E SUAS ULTIMAS PALAVRAS no aviaõ que caiu na Flórida

Foto de Possível piloto da aeronave: Nathalia Filgueiras


Diálogo entre a cabine e o controle de tráfego aéreo

Reconstituição em português, resumida e baseada nos trechos publicados. Não é uma transcrição oficial integral.

Controle: Qual é a temperatura externa?

Cabine: Menos 47 graus Celsius. Estamos controlando o gelo, mas enfrentamos turbulência moderada.

Cabine: Agora estamos entrando numa área de precipitação. Precisamos subir.

Controle: Entendido. Suba e mantenha a altitude autorizada.

A emergência começa

Cabine: Mayday! Mayday! Estamos descendo a dez mil pés por minuto! Declaramos emergência! A velocidade está excessiva! Agora são vinte mil pés por minuto!

Controle: Informe do que precisa.

Cabine: Vamos bater no chão!

Controle: Estou aqui com você. Fale comigo.

Cabine: Estamos descendo a vinte e dois mil pés por minuto e inclinando sessenta graus!

Controle: November Two Bravo Delta, consegue me ouvir?

  • “Mayday! Mayday!” — Pedido internacional de socorro.

  • “We're gonna crash into the ground!” — “Vamos bater no chão!”

  • “We're gonna die!” — “Nós vamos morrer!”, segundo a versão publicada pelo R7.

  • “We're out of time!” — “Estamos sem tempo!”, apontada pela CNN como a última frase audível.

    Noticias R7+2

  • domingo, 1 de novembro de 2026

    TERCEIRA GUERRA MUNDIAL DENTRO DE VOCÊ, Mais um sucesso de Haroldo Brother

    confira em suas plataformas de musica, Deezer, Spotify e Apple Music clique no link e ouça todo o dia: Sucesso Haroldo Brother

     

    MUNDO DE CABEÇA PARA BAIXO, TERROR EM ACIDENTE AÉREO NO MEIO DA FLORESTA

     

    AVIÃO MONOMOTOR CAI APÓS COLIDIR COM ÁRVORES PRÓXIMAS A UMA PISTA NA REGIÃO DE HUMAITÁ, NO AMAZONAS

    Acidente ocorreu por volta das 8h da manhã deste domingo, 1º de novembro de 2026. Apesar do susto, não houve vítimas fatais.

    Por volta das 8h da manhã deste domingo, 1º de novembro de 2026, um avião monomotor perdeu o controle após colidir com árvores nas proximidades de uma pista de pouso na região de Humaitá, no Amazonas.

    Segundo as informações disponíveis, a aeronave atingiu uma árvore, perdeu velocidade e acabou caindo. Felizmente, não houve vítimas fatais. O piloto, que conduzia a aeronave, sofreu apenas ferimentos leves na cabeça e passa bem.

    O avião permaneceu tombado às margens da rodovia durante todo o dia 1º de novembro, chamando a atenção de quem passava pelo local.

    A importância do transporte aéreo na Amazônia

    Para quem não conhece a realidade dos habitantes da floresta amazônica, é importante compreender que, em muitas comunidades isoladas, os rios e o transporte aéreo representam as principais alternativas de deslocamento.

    Essa realidade ajuda a explicar por que proprietários rurais e moradores de regiões afastadas recorrem frequentemente a pequenas aeronaves para viajar.

    A Rodovia Transamazônica (BR-230), uma das principais ligações terrestres da região, enfrenta enormes dificuldades de trafegabilidade em determinadas épocas do ano. As chuvas intensas, as cheias dos rios, a precariedade da infraestrutura e a falta de manutenção em diversos trechos tornam as viagens longas, cansativas e, muitas vezes, perigosas.

    Em algumas localidades, o deslocamento até um hospital ou unidade de saúde pode levar muitas horas. Há situações em que moradores precisam percorrer grandes distâncias em busca de atendimento médico, enfrentando estradas praticamente intransitáveis.

    Essa precariedade pode transformar uma emergência médica em uma verdadeira corrida contra o tempo, colocando vidas em risco.

    O acidente deste domingo, felizmente sem consequências fatais, também chama a atenção para uma realidade pouco conhecida por quem vive nos grandes centros urbanos: na Amazônia, viajar nem sempre é uma questão de escolha, mas de necessidade.

    Entre rios, estradas precárias e pistas abertas em meio à floresta, milhares de brasileiros enfrentam diariamente os desafios de viver em uma região onde as distâncias são imensas e o acesso aos serviços essenciais ainda representa uma dificuldade.

    Texto Haroldo Ribeiro

    Imagens Heliabe Duarte

    Videos: Elias Duarte

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    A VELOCIDADE CONTRA A VIDA

     

    Josué da Silva Souza, 20 anos

    O que podemos inferir do ocorrido com mais uma vida jovem que se foi na bela cidade de Humaitá no Amazonas, um jovem com muitos sonhos acabou tendo seu tempo de realidade terrestre ceifado. Seria sua culpa a ida mais cedo para o outro lado da vida? Não!

    O ímpeto juvenil da outra parte, um jovem acostumado a desafiar a lei     que dirigia um veículo de altíssima potencia numa velocidade incompativel com a via: Circular Municipal, trajeto pacato, mas com o defeito de ter uma grande reta.

    As imagens deixam claro que não houve frenagem do veículo, os dois seguiam pela mesma direção e a vida, gestada e esperada durante longos 9 meses foi perdida alí, sem dó nem piedade, o carro branco seguiu seu caminho sem parar.

    A de se perguntar se alguém, maior de idade estava guiando, e colocou na conta de um menor para ter as consequencias diminuídas, haveria bebida alcóolica como alterador de sentidos? Em relação ao adolescente dirigindo, testemunhas, imagens e circunstâncias indicam que não há erro, foi sim o menor.

    Uma pergunta que dever ser feita é: E a família do rapaz morto, como irão reparar tal prejuízo?

    Haroldo Ribeiro