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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

SACRIFICÍO HUMANO I

















Quem pensa que sacrifício infantil é incomum,
engana-se, pois há muito tempo atrás, nos relatos bíblicos, podemos encontrar a história de povos que adotavam estes costumes como forma de aplacar a ira de deuses, bem como para assegurar boas colheitas, fertilidade e outras benesses.

O fato de escolherem-se vítimas infantis, parte do pressuposto de inocência. Para um malfeitor adulto uma criança sem pecados em substituição. Nos preceitos bíblicos o erro humano quando preferiu a rebeldia do pecado ao invés da obediência foi tão gritante que para minorá-la alguém deveria pagar em lugar do ofensor, como Deus não tolera sacrifício humano, em substituição do mesmo um animal deveria morrer.

O sacrifício, porém deveria ter o efeito passageiro, pois através do sangue de animais, o homem não poderia alcançar a o perdão definitivo de seus pecados, seguindo esta lógica foi prometido um sacrifício permanente que não exigiria novos sacrifícios, este seria de um homem, que deveria preencher alguns requisitos:
1. Vir da linhagem real de Davi;
2. Nascer em sua cidade natal Belém;
3. Vir ao mundo sem um relacionamento sexual prévio, ou seja, nascer de uma virgem;
4. Morar na região de Nazaré;
5. Ser provado e experimentado em trabalhos;
6. Fazer inúmeros milagres e prodígios;
7. Falar e viver como ninguém antes de si ou após;
8. Ser rejeitado por seus próprios compatriotas;
9. Nunca provar o veneno do pecado;
10. Morrer, de forma que seu sangue servisse de uma vez por todas como única fonte de redenção ao homem pecador servindo conseqüentemente como entrada no reino de Deus.

Só houve um homem que preencheu todos estes requisitos, e este foi Jesus de Nazaré o Galileu das multidões. Sua trajetória de vida confunde sábios de toda a terra, como desmentir qualquer aspecto de sua vida? A ciência só tem ratificado o que dele se diz nas escrituras, sua célebre afirmação presente nos evangelhos quando pediram que se calassem em relação a ele na entrada triunfal em Jerusalém quando o aclamavam como Rei de Israel, em resposta o Mestre dos Mestres assim afirmou: - “Se estes se calarem as próprias pedras clamarão”. A arqueologia, ciência que tem nas pedras sua fonte de comprovação de dados históricos, não tem feito nada além de comprovar todos os dias que tudo o que se diz de Jesus é plena e incontestável verdade. As pedras estão clamando!

Haroldo Ribeiro

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