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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Vendia crack no 180 e foi preso pela Polícia Militar

Leonardo Augusto Ribeiro (Pinduca)
 O crack sem sombra de dúvida é a droga mais viciante que já surgiu,
 ela tem destruído vidas e eliminado a paz de diversos lares em todo o mundo, nos grandes centros urbanos este veneno está disseminado como um vírus maldito e alcança o olfato de diversos jovens que vêem suas existências indo pelo ralo.


Droga apreendida pela PM do 180

Há 180 quilômetros de Humaitá, num local que deveria ser um paraíso verde, está a comunidade de Santo Antônio do Matupi, que, embora esteja afastada dos grandes pólos urbanos já foi contaminada pela onda do crack. A Polícia Militar da localidade tem feito das tripas coração para vencer o tráfico e nessa segunda-feira por volta das 14 horas conseguiu fazer a apreensão da droga da morte e livrar as ruas de um elemento conhecido como “Pinduca” (Leonardo da Silva Ribeiro) que estava de posse de quase 300g da pedra maldita.

Tudo aconteceu quando a guarnição comandada pelo Cb Rosemilton tendo a cobertura dos Soldados: J. Pinto, Silva Caetano, R Müller e Julimar Fonseca que estavam fazendo a ronda numa localidade por nome de Rocinha, ali, fortes indícios denunciavam a prática do tráfico de drogas. Indo à localidade para fazer às averiguações a equipe de policiais se deparou com Pinduca que estava numa moto Titan 150cc vermelha e quando viu o carro da polícia se livrou de um saco plásticos que logo se perceberia ser a pedra da morte, crack.

Abordado pela força policial o elemento, já conhecido no cenário do crime quis negar a posse da droga, porém foi preso e encaminhado para o setor de polícia onde foram lavrados os boletins de ocorrência e o marginal foi enfim encaminhado para Humaitá, local em que fizemos as fotos. Pinduca quando estava na ante-sala da 8ª DRPC de Humaitá teve seu nome gritado de dentro das celas, como se fosse um pop star do crime.

Ao chegar à cidade os representantes da Lei da comunidade distante tiveram a escolta da PM local sob o comando do CB Theomário e os soldados: Márcio Rola, R. Moraes, Siqueira e a Soldado Feminina Cristine.

O interior do Amazonas está saturado com a droga da morte crack, por isso a atitude de policiais como estes citados na matéria deve ser elogiada, pois através das atitudes destes cidadãos de bem que o mundo se livra, pelo menos por algum tempo destes maus elementos, promotores da desgraça alheia.



Haroldo Ribeiro


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