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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Castanha de melhor qualidade, IDAM realiza o II Dia de Campo



                A castanha do Brasil é uma das maiores
riquezas da região norte, famílias inteiras vivem da extração do produto das florestas nativas ou plantadas da verde e rica Amazônia, em Humaitá o IDAM (Instituto de Desenvolvimento do Amazonas) realizou com apoio da prefeitura de Humaitá, Pacto Amazônico, IEB, INCRA, ICMbio e os Bancos do Brasil e da Amazônia o “Segundo dia de Campo” com o tema”II Boas Práticas de Manejo de Castanha do Brasil” que foi realizado numa chácara no Bairro de Nossa Senhora do Carmo, mais conhecido como Olaria.
            A abertura e encerramento dos trabalhos foi feito na Escola Nossa Senhora do Carmo e envolveu cerca de 180 pessoas entre aprendizes, técnicos e ministradores. O IDAM junto com o MDA (Ministério de Desenvolvimento Agrário) promoveram o evento para proporcionar uma melhoria do produto final na cadeia produtiva da castanha por meio do ensino de novas técnicas além de assegurar a sustentabilidade financeira e alimentar dos agricultores e familiares envolvidos no processo.
            O grupo coordenado em Humaitá por Carlos Pantoja, diretor do IDAM fez questão de ensinar as boas práticas no local em que elas acontecem, ou seja, no seio da floresta, os grupos foram divididos em quatro equipes, estas iam cumprindo quatro estágios, em cada um deles uma nova instrução era dada pela equipe coordenada por Pantoja, após o término do primeiro estágio uma nova equipe era deslocada da escola por um ônibus cedido pela prefeitura que substituía a equipe anterior e assim por diante. Quando a primeira equipe cumpria todos os quatro estágios voltava e participava de um grande banquete preparado para a ocasião. Ao fim de tudo, participantes, técnicos e coordenador saíram satisfeitos sabendo que os agricultores ribeirinhos e do interior farão da castanha retirada do solo sagrado da floresta um meio de ascensão social e recuperação da dignidade de ser amazonense de nascimento ou de coração.               


Haroldo Ribeiro

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