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sábado, 16 de junho de 2012

Tufão o mais novo apelido entre os cornos



          Corno, chifrudo, galhudo, boi,
estes são nomes populares dados ao homem que é traído pela mulher no Brasil. Embora as mulheres também sejam traídas e ao que tudo indica muito mais do que dão o troco é nos homens que o estigma é mais forte e o sarro é maior.
          A cada tempo surgem novos nomes para esta coisa que é ruim, a bola da vez é o nome de Tufão, o personagem da novela global de horário nobre, ele é casado com uma mulher escamoteável que o traí dentro de sua própria casa e sem o seu conhecimento. Não demorou muito para que o nome Tufão virasse um palavrão por estas bandas.
          Em várias partes do país se alguém chamar o outro de corno pode ser morto à faca ou à bala é um nome desonroso que a maioria não gosta de conviver.
          Se há os que não gostam de ser chamados de corno também existem os que gostam e até se divertem com as gozações. Em Porto Velho está a maior associação dos cornos do Brasil, a ASCRON (Associação dos Cornos de Rondônia), a entidade visa dar atendimento psicológico aos cornos do estado, que não são poucos, para que eles não acabem com a própria vida. Pedro Teixeira, presidente da Associação disse que tem “corno que fala em pular de prédios, esquecendo que o que ele ganhou foi um par de chifres e não duas asas”. O número de cornos associados na ASCRON chega à casa dos 5440 sócios aproximadamente.
          Costuma-se dizer que o homem é o ultimo a descobrir que é corno, isto se deve a reação bruta da maioria que prefere acreditar na mulher do que nos mais próximos amigos.
          Se por um lado existe um corno, que quase sempre sai feio na foto, do outro lado da história está o que se aproveita da situação e consola a mulher alheia. Ele também leva vários nomes: Ricardão, Zorro e Pé de Pano são alguns nomes dados a esta figura dantesca cantada em verso e prosa nas músicas e poesias deste Brasil gigante.
          Existem canções que rotulam um corno, o brega é um dos estilos musicais mais ouvidos pelos cornos do Brasil. Amado Batista, Odair José e o campeoníssimo nas paradas  
 Reginaldo Rossi são os ícones brasileiros da cultura corna.
          Entre os que faturam alto com a cornice nacional estão os fabricantes de caninha, ou mais conhecida como cachaça. Velho Barreiro, Ypioca, 51, 61 entre outras faturam alto com a traição feminina, a cerveja também é vendida em grandes quantidades, mas a cachaça é a grande campeã. Depois de traído o homem-corno se afoga na cachaça tentando romper o rótulo de corno.
          Para quem não gosta de ser corno, a grande maioria da população, melhor é nem tocar no assunto, os Tufões do Brasil se avolumam e a cada vez vão crescendo em número, as mulheres aprenderam a fazer de forma mais sutil, é mais difícil descobrir, eis a razão do porquê de muitos morrerem e não descobrirem, já do lado dos homens o crime é bem mais fácil de ser descoberto, o japonês que foi esquarteja que sirva como exemplo. Para não receber o nome indesejado de corno, algumas dicas devem ser seguidas, todas preventivas:
1º Evite casar com mulher quenga, as dadas antes costumam continuar depois, há exceções.
2º Se tiver condições prefira mulher que seja virgem, mas é bom saber que é difícil de achar, nunca vão te comparar com outros porque não tiveram outros.
3º Procure saber se a mãe da sua futura já corneou o marido, arvore defeituosa costuma dar fruto ruim. Há exceções.
4º Desconfie das muito certinhas, quem não fala com ninguém, fica vermelha com certos tipos de conversa e parece uma santa em pessoa, pode esconder um chifradeira em potencial.
        Se seguir todos os conselhos e ainda assim for chifrado, na associação de cornos Porto Velho há  vagas


Haroldo Ribeiro


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