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terça-feira, 29 de maio de 2012

Pesquisadores brasileiros descobrem proteína milagrosa em lagarta


          
Recuperação de queimaduras e outras aplicações

  Cuidado menino, isto queima!
Até agora esta era a única impressão causada por aquelas lagartas, chamadas de fogo, pela maioria da população, mas esta história está com os dias contados. Pesquisadores no Instituto Butantã, que sempre esteve ligado a pesquisas, principalmente com soro antiofídicos saiu na frente ao descobrir que os insetos, para muitos asqueroso agora é uma grande promessa de solução para um problema de conseqüências terríveis e mutiladoras, a degeneração causada por queimaduras ou feridas incuráveis num processo envolvendo diabéticos.
            As pequenas e horrorosas lagartas têm uma proteína que se provou sensacional na recuperação de tecidos lesionados, alguns em alto teor de destruição. Os primeiros testes foram feitos com animais agora a esperança trazida pelas lagartas servirá para a melhoria de vida de milhares de pessoas em todo o globo que sofrem com feridas que não cicatrizam ou acabam com marcas horríveis de cicatrizes mal curadas.
            Ana Mariza Chudzinski Tavassi, que é diretora do laboratório de bioquímica e biofísica do Butantã chefia a equipe que constatou a eficácia da proteína descoberta justamente na parte mais assustadora da lagarta as cerdas ou espinhos, neles foram encontrados os ingredientes que poderão revolucionar tratamentos de pele e até mesmo acabar com as famosas rugas, uma revolução cosmética sem precedentes na história.
            Os resultados com a nova proteína demonstraram que com o tratamento feito com o novo produto a recuperação chega a ser 30 ou 40% maior que em outros métodos e com um diferencial, sem a formação de quelóides, que é uma imperfeição gerada por uma cicatrização mal feita.
            A única tristeza que temos em informar esta tão grande descoberta é o país em que ela se deu o Brasil, se tudo fosse nos Estados Unidos até ao Nobel o estudo poderia concorrer, mas no Brasil, até mesmo o espaço dado na imprensa é pequeno. Falar de Neymar, do lado bom e do Cachoeira do outro lado dá mais IBOPE. Pobre Brasil!

Haroldo Ribeiro

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