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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Eles impediram a fiscalização do ICMBio e foram denunciados ao MPF



O prefeito de Lábrea Gean Campos de Barros
foi denunciado pelo Ministério Publico Federal, Motivo! Ele, Adjuto Afonso, deputado do PP, o Coronel Elielcio George Catete acompanhado do tenente Márcio José Leite, ambos PMS e mais os vereadores, Edenir Maia da Silva, Edvaldo Souza Gomes, Antônio Augusto de Almeida e mais cinco servidores públicos impediram uma ação do ICMBio, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade de realizar uma fiscalização que seria feita numa reserva extrativista.
A ação foi acatada no dia 22 de agosto. Mas somente no dia 03 de outubro foi divulgada pelo MPF aos órgãos de imprensa. Além deste grupo citado sendo na sua maioria políticos foi também incluída a secretária estadual de meio ambiente Nádia Ferreira que é acusada com mais 12 pessoas de fazer parte de uma comitiva que foi a cidade com o objetivo de intimidar os servidores do órgão.
A denúncia foi recebida e o MPF pediu condenação dos envolvidos, pois com forme o documento, houve desacato, injúria, invasão de domicílio além de desacato e ameaça.
A demanda judicial teve início quando um vereador da cidade, Augusto Moreira de Almeida mandou alguns indivíduos invadirem terras de reservas federais criadas no ano de 2008 entre os rios Ituxi e Médio Purus para subtraírem madeira. Ao saberem da ação denunciada por pessoas da região, Fiscais do ICMBio foram ao local e constataram a prática, fazendo uma ampla varredura para coibir a ação.
Toda esta briga começou em março de 2010 quando os servidores do órgão fiscalizador foram intimidados pelo prefeito da cidade e o vereador Antônio Augusto Moreira, eles foram chamados para uma reunião com os fiscais, mas se recusaram a comparecerem, ao invés disso incitaram o povo a fazer um manifestação em praça pública para intimidar os fiscais, segundo o jornal A crítica de Manaus, havia até mesmo expectativa de linchamento dos servidores incitados pelo prefeito e o vereador. Nesse ambiente hostil os fiscais foram obrigados a deixar a cidade sem fazer a fiscalização.

informações: A crítica de Manaus

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