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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Taxista e garota do pó são pegos após cerco da PM e PRF




O serviço de inteligência da Polícia conseguiu
uma informação privilegiada dando conta de que um comboio de aproximadamente cinco veículos estaria trazendo produtos ilegais para a cidade e possivelmente drogas.
Munidos de tal informação a equipe do Cabo Penha foi imediatamente convocada para a missão que exigia inteligência coragem e disciplina. Sabendo que para montar-se uma estratégia de sucesso era bom contar com a força da Polícia Rodoviária Federal o Cabo Penha não pensou duas vezes, chamou seus companheiros federais e juntos traçaram um plano de atuação que se mostrou eficaz.
                Já sabendo que iam enfrentar a PM junto com a PRF montaram duas barreiras para surpreenderem os suspeitos. Por volta das onze horas um taxi foi abordado, dentro dele José Doraci Alves Nogueira de 53 anos transportava uma passageira com uma carga muito “valiosa”; Albertina Nunes dos Santos de 19 anos trazia um produto que após consumido significa, dor, angústia e morte, cocaína e maconha.
                O cerco continuou e mais um veículo, este com mercadoria ilegal, foi apreendido, tratava-se de um Saveiro Branco com 200 caixas de cerveja que seria vendida na cidade sem imposto, pratica bastante comum por aqui.


                Outro taxista também foi envolvido na história, este, segundo os policiais rodoviários federais, Inspetor Regis e Jardim o taxista estava em atitude suspeita, pois ia em sentido Porto Velho, alegando que iria levar um passageira a Porto Velho, porém este sem portar bagagem alguma. Além do mais o tal taxista teria feito sinais luminosos para os outros veículos. O taxista defendeu-se dizendo que não é proibido dar sinal luminoso para ninguém, e que isto não era crime.
No caso mais grave o de José (Patinha) taxista e sua passageira, a polícia revirou o carro e acabou encontrando mais de onze quilos de maconha e cerca de 2,4 quilos de pasta base de cocaína. Albertina disse que só era responsável por dois quilos de cocaína e que o resto não sabia de quem era. Patinha então assumiu a bronca do resto e ambos foram encaminhados para o xadrez da 8ª DRPC onde serão ouvidos nesta terça-feira pela manhã e indiciados por tráfico de drogas entre outros crimes.
Os outros envolvidos também dormirão na prisão e deverão ter suas vidas decididas na manhã de terça, possivelmente deverão pagar fiança e responder em liberdade. Para os dois traficantes o destino será diferente, pois será difícil convencer a promotoria sobre uma possível inocência.
Nesta história toda quem ganha são as mães e pais de famílias que teriam seus filhos viciados por esta carga maldita, mas que no meio do caminho havia uma polícia competente, que nos livrou do pior dos pesadelos.



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