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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Uma tosse para o fim do mundo

   
             O mundo vem dando sinais de falência
há muito tempo, os homens não reconhecem os clamores da terra pedindo que seja respeitada a sua capacidade de recuperação, mas nada adiantou o homem com sua sede de lucros fáceis e sua corrupção endêmica não ouviu e já estamos num ponto em que nada pode ser mais feito. Se o homem parasse agora com suas emissões de CO2, com seus refugos nucleares, com sua indústria plástica de sacolas e pets, com seus dejetos jogados nos rios e mananciais, quem sabe poderia haver ainda um reverso na medalha depois de uns cinqüenta ou cem anos.
                No Oriente Médio a maior fonte de renda de vários países ainda é o petróleo, um combustível fóssil. Na Europa e Ásia, usinas nucleares produzem lixo radioativo sem limites e tudo isto já começa a cobrar seu preço. Sobre uma boa parte da Ásia já pode ser vista um coluna de nuvens que chegam a 3 km de espessura, elas impedem que a luz solar penetre na atmosfera e pode ser responsável por pelo menos 340 mil mortes de várias causas inclusive problemas respiratórios graves e complicações cardíacas severas. A nuvem marrom estende-se do Oriente Médio até o Pacífico.
                O processo de aquecimento global tem chegado rapidamente às calotas polares ajudando a derretê-las, em pouco tempo o nível dos oceanos deverá aumentar e paraísos como o Havaí serão riscados do mapa para sempre.
                Se você estiver dentro de um carro no alto de um morro e o freio de mão desengatar por um descuido, poderá rapidamente acioná-lo e parar o veículo sem nenhum dano, mas se você não estiver no carro e a distância até ele for longa adeus! O mundo não tem ninguém ao volante e já está sem freio, você confia em políticos para guiá-lo ou freá-lo?

Haroldo Ribeiro
Imagem: radamesm.wordpress.com

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